Competitividade:

por FARINA, Elizabeth Mercier Querido
[ Livros ] Publicado por : Singular, (São Paulo:) Detalhes físicos: 286 p. Ano: 1997 Tipo de Material: Livros
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SUMÁRIO
Prefácio
Apresentação
Elizabeth Maria Mercier Querido Farina
INTRODUÇÃO
Elizabeth Maria Mercier Querido Farina
A Teoria de Organização Industrial e a economia dos custos de transação: linhas gerais do referencial Analítico

PARTE I- A NOVA ECONOMIA INSTITUCIONAL
CAPÍTULO 1- ANTECEDENTES
Paulo Furquim de Azevedo
1.1 Coase e os anos 30: o redirecionamento do enfoque
1.2 Economia da Informação: as bases vindas da ortodoxia
1.3 Arrow e a Economia das Organizações
1.4 Simon: redefinindo o agente econômico
1.5 Alchian & Demsetz: a economia dos direitos de Propriedade
1.6 Wilhiamson, Klein et alii: dimensionalizando as transações,o papel da especificidade de ativos
CAPÍTULO 2 - NÍVEIS ANALÍTICOS
Paulo Furquím de Azevedo
2.1 Definições
2.1.1 Custos de transação: o conceito
2.1.2 Instituições
2.2 Complementariedade entre os diferentes níveis analíticos
2.2.1 Ambiente Institucional
2.2.2 Economia dos Custos de Transação: a análise da estrutura de governaça
2.3 Instituições e eficiência
CAPITULO 3- ECONOMIA DOS CUSTOS DE TRANSAÇÃO
Paulo Furquim de Azevedo
3.1 Pressupostos comportamentais
3.1.1 Racionalidade limitada
3.1.2 Oportunismo
3.2 Dimensõesdas transações
3.2.1 Especificidade de ativos
32.2 Freqüência..
3.2.3 Incerteza
3.3 Um modelo para a escolha da forma organizacional
3.3.1 Modelo: forma reduzida
3.3.2 A transformação fundamental
3.3.3 O modelo principalTecnologia de produção comum
Tecnologia de produção distinta

PARTE II - REGULAMENTAÇÃO, POLÍTICA ANTITRUSTE E
POL.ITICA INDUSTRIAL
CAPÍTULO 4- REGULAMENTAÇÃO, POLÍTICA ANTITRUSTE
E POLITICA INDUSTRIA
Elizabeth Maria Mercier Querido Farina
4.1 Objetivos e Conflitos
Regulamentação social
Regulamentação econômica e poder de monopólio
Política antitruste e poder de monopólio
Política industrial
Conflito na correção das falhas
4.2 Das falhas de mercado ao critério da "irremediabilidade"
4.3 Do critério da estrutura para o da eficiência
4.4 Da eficiência estática para a eficiência dinâmica: o papel da cooperação.horizontal e da concorrência
4.5 Da firma para os sistemas produtivos: o papel da cooperação vertical
Coordenação e competitividade sistêmica
O papel do Estado e das organizações de interesse Privado
Política industrial e política de defesa da concorrência
4.6 Conclusão
Uma aplicação aos sistemas agroindustriais

PARTE III- A EXPERLÊNCIA DE REGULAMENTAÇÃO DE SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS NO BRASIL
CAPÍTULO 5- ABORDAGEM SISTÊMICA DOS NEGÓCIOS AGROINDUSTRIAIS E A ECONOMIA DE CUSTOS DE TRANSAÇÃO
Elizabeth Maria Mercier Querido Farina
CAPÍTULO 6- AÇÃO SISTÊMICA E VISÃO SEGMENTADA: OS PARADOXOS DA PRÁTICA DA REGULAMENTAÇÃO DO AGRIBUSINESS BRASILEIRO
Elizabeth Maria Mercier Querido Farina
6.1 A política industrial do trigo
6.2 A política de estabilização e a exploração do poder de monopólio no mercado internacional do café
6.3 O controle da formação de preços do leite
CAPÍTULO 7-OS DESAFIOS DO LIVRE MERCADO
Elizabeth Maria Mercier Querido Farina & Maria Sylvia Macchione Saes
7.1 O "dia seguinte" da desregulamentação
Os impactos sobre o SAG do trigo
A desorganização do SAG do café
A intensificação da concorrência no SAG do leite
7.2 Novas estratégias competitivas e as mudanças nas estruturas de governança
A segmentação do mercado no SAG do trigo
Segmentação e diferenciação no SAG do café
Integração dos mercados e políticas de produto no SAG do leite
7.3 Conclusão
CAPÍTULO 8- O PAPEL DAS INSTITUIÇÕES PúBLICAS, E PRIVADAS NA COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS: EM BUSCA DA COMPETITIVIDADE SISTÊMICA
Elizabeth Maria Mercier Querido Farina
Mudanças institucionais e a metamorfose das associações
Conclusão
Referências Bibliográficas
Anexos
Glossário


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